Kaiulan Frois

Fiel companheiro, inconsequente e imprevisível.

Description:

Nome: Kaiulan Frois
Idade: 14 primaveras
Raça: Ananico (Coração Valente)
Cabelos: Azuis
Pele: Branca
Altura: 80cm.
Divindade: Moradin, Mystra, Yondalla.
Classe: Bruxo
Profissão: Herói sempre que dá.
Origem: Vilarejo , Floresta Alta.
Ligações: Gangnoll, Beleethe Kheldorna, Corinne e Alukk Dannath, Jott, Ror’Jum, Raffaello, Zeth, chifudo, Alice, Muddy, Snuff, Ye’vah.
Tendencia: Neutro e Bom.

Bio:

Na Floresta Alta, entre os incontáveis perigos que você pode encontrar, como fortes élficos ou destacamentos de extermínio (geralmente, se você for Orc é mais perigoso), existe em contrapartida uma vila de raças pequenas onde os anões, ananicos e gnomos encontraram um refúgio do mundo selvagem e cheio de intolerância entre as raças, todos no vilarejo convivem de forma harmônica, gnomos e anões mineram a montanha atras de um minério muito raro e precioso, ananicos na sua maioria cuidam das suas plantações e dos animais, realizam rondas na floresta e todos fazem sua parte.
Foi ali que um jovem ananico cresceu, entre a energia dos gnomos e a honra dos anões ele certamente havia desenvolvido ambos, porem, ainda sim era um ananico. Apenas deve-se saber que caso você tivesse uma fornada nova de bolinhos esfriando na janela, não seria sábio deixá-los sem vigia.

Kaiulan sempre foi um jovem animado e despreocupado, em sua memória não haviam momentos em que não se lembrasse da vila onde cresceu, e Jott, como ele chamava seu pai Gnomo (Ele sabia que Gnomos não poderiam ter um ananico como filho, mas ele nunca se deixou preocupar muito por isso, Jott definitivamente era seu pai e não lhe importava o sangue) era um senhor com os traços do tempo claros, como um cristal da montanha. Ele havia vivido muitos anos mas não tinha um semblante pesado, muito pelo contrário, ele inspirava confiança a todos, exalava a força de um herói.
Enquanto o jovem Kaiulan crescia, seu sentimento de admiração pela força de Jott nutria-se e se desenvolvia a cada nova primavera, como também seus feitos que deveriam gerar uma verdadeira dor da barriga ao seu velho pai. Ao atingir sua 10 primavera Kaiulan decidiu por conta própria; seria um herói, seria o protetor da sua vila após seu pai, e para provar isso ele iniciou um intenso treinamento diário na floresta. Munido de um estilingue, uma “espada” que aparentava ser um fino pedaço de metal de 40 centímetros e sua fiel bolsa de couro ele seguia até partes cada vez mais profundas da floresta para aprimorar suas habilidades, entre invernos rigorosos e dias quentes de verão só voltava quando o sol atingia seu pico, até o tempo em que ele não mais voltava antes de noites seguidas passarem. Talvez pensando em retrocesso não fosse boa ideia seu pai ter dito a um jovem obstinado, durante suas muitas histórias de antigos heróis que enfrentaram a morte de frente por um bem maior como ele os via, a muito tempo havia-lhe dito;
⁃ “Kaiulan, um herói não é alguém com poder para acabar com o mal, na verdade o verdadeiro herói é, muitas vezes, alguém disposto a defender uma boa causa, não importando o preço a se pagar por ela, um verdadeiro herói sempre irá aceitá-lo.”

Com esse pensamento em mente o tempo passou, o jovem cresceu, e aproximadamente quatro primaveras e algumas cavalgadas depois ele, a contragosto, seria posto a prova. Quando chegasse a hora a vida o provaria a ferro e sangue, mudando as coisas para sempre.

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O bater de uma suave brisa foi a primeira coisa que senti ao acordar, observando pela densa folhagem acima de minha cabeça, entre as gigantescas arvores da floresta percebi que já era quase noite, pois já via o leve brilho das estrelas competindo por seu espaço no céu, porem está noite algo estava diferente, a floresta parecia tão mais iluminada que parei para observar com mais calma.
Sentei-me e limpei os olhos com um esfregão para entender melhor de onde esse brilho vinha, até que avistei no céu, subindo pelo horizonte.
– Diacho! É hoje que eles alinha – Exclamei me pondo de pé já quase esquecendo a beleza daquela estrela multicolorida que iluminava o céu.
- O Jott vai ficar bravo comigo, de novo – Recolhi meu estilingue posto no chão e as frutas que havia pego para o senhor Ror, ele sempre me pede para lhe trazer algumas frutas de fogo da floresta, bati minhas vestes e sai as pressas para o Vilarejo.

Kaiulan Frois

Manual Prático de Como Ser Um Herói – Vol. 1 luishenriquevilasboas